04 agosto 2009

Corrida em Tavira

Praça de Toiros: Tavira (Portátil)Data: 01 de Agosto 2009Ganadaria: 6 Toiros da Ganadaria Luis Cabral
Cavaleiros: Luis Rouxinol, João Salgueiro e Filipe Gonçalves
Forcados: Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, capitaneados por José Luís Gomes e Amadores de Coruche

No ano em que se comemoram os 65 º aniversário, do GFAL, já tardava o tradicional arranque de época, que normalmente é marcado pela entrada do mês de Agosto, o qual atinge o seu ponto alto lá para meados ou seja o dia 15 e a tradição cumpriu-se, rumando toda a “família “ do GFAL a terras algarvias, desta vez coube a honra à bonita cidade de Tavira, cuja organização da corrida esteve a cargo do Clube Hípico local.
A concentração estava marcada para as 20 horas no Hotel Vila Galé Tavira, onde o anfitrião senhor José Lavrador, acompanhado do cabo José Luis Gomes, aguardava a comitiva junto à piscina. O quarto disponibilizado para a fardação foi o 3078, todavia, devido a problemas tecnicos com o GPS do Antonio Jose Casaca, o GFAL, arriscou-se a chegar mesmo, mesmo em cima da hora às cortesias, mas quando saiu o primeiro da ordem, já toda a rapaziada se encontrava entre barreiras, a aguardar o ferro primeiro, como reza a cantiga.

E para abrir praça, frente a um exemplar de Luis Cabral, bem composto, todavia, com pouca força o Cabo José Luis escolheu o Pedro Gil “Tita”, para os amigos, citou de meia praça, porém atrasou-se a mandar na investida, o que retirou velocidade à viagem e provocou uma reunião dura, correspondida por uma vontade enorme de ficar do Tita, prontamente ajudado pelo grupo que não se deixou surpreender, pela mudança de trajectória da referida viagem.
O que deveria ser o segundo da ordem, para o cavaleiro João Salgueiro, rematou desenfreadamente na jaula e acabou por se desembolar, saindo em sua substituição o 5º , ou seja o segundo do João, que por direito nos tocou foi um exemplar sério, bisco de córnea, contudo, denotou também falta de força, tal como toda a corrida lidada. O rebuçado estava guardado para o Pedro Miranda, que com facilidade lhe marcou as distâncias, embora o tenha deixado sair solto, carregou cedo e não fosse a nobreza da investida, poder-se-ia ter complicado o negócio, mas tudo se simplificou com o Grupo a ajudar em bloco e a consumar-se mais uma pega ao primeiro intento.
O terceiro da noite, a fechar a primeira parte da corrida, foi quanto a nós o exemplar mais bem apresentado e que bom jogo deu a Filipe Gonçalves, para a cara, o cabo pretendeu confirmar as indicações que o jovem Rui Caiado, tinha dado em Vizela, até porque estava em competição com o antigo grupo do Rui, no entanto a responsabilidade e uma pontinha de nervo, trairam o rapaz, que na primeira tentativa, deixou o toiro sair solto, não o alegrou e adiantou-lhe a mão direita, abortando a sorte, sem consequências de maior. Na segunda tentativa, depois de ouvidas as recomendações da praxe, o Rui consumou a pega, sem o brilho que a situação impunha, apesar de bem ajudado no sector da segunda e terceiras ajudas, o que lhe valeu um sempre oportuno e pedagójico reparo do cabo José Luis.
O jantar foi marcado pelo veterano Feliciano Raposo, um elemento que nunca esquece o seu Grupo em especial quando este se desloca a praças do sul do país, teve lugar num restaurante junto ao Mercado Municipal de Tavira e foi o que se pode arranjar, findo o qual houve divisão de opiniões quanto ao términus da noite, uns escolheram o Sotavento e outros o Barlavento.
Um abraço
João Galamba

21 julho 2009

Tonan o Homem do Deserto!!


"Rapaziada,
Estou a dias de começar uma nova etapa da minha vida!
Acontece que vou trabalhar para a Líbia, onde o deserto do Saara está em força!

Enfim mais um para o clube dos "emigrãns"...
É um projecto que acaba no Verão de 2010 e de 3 em 3 meses venho a Portugal descansar... e ver a minha filha, que nasce em Agosto, se Deus quiser.

Algumas informações uteís: A venda e o consumo de álcool são interditos; A posse e o consumo de estupefacientes são severamente punidas, que podem dar pena de morte e a homossexualidade é considerada crime! Ora bem, com as 2 últimas posso eu bem, mas... não poder beber umas "fresquinhas" onde faz 50ºC à sombra... isso é que dói!

Ultimamente tenho andado muito atarefado, com uma filha a caminho e agora com a preparação desta viagem, que não me tem dado muito tempo para estar com o GFAL, mas não me quero ir embora sem antes estar com todos vocês a beber umas cervejinhas! Principalmente porque quero dar um abraço muito especial ao PP, pois é grande a responsabilidade.
Quero que saibam que, onde eu estiver, o grande GFAL está sempre presente!


Um abraço deste vosso amigo,

Toninho"

António Correia e Campos

16 julho 2009

Vizela, 5 de Julho

Uma vez mais a Festa Brava deu mostras da sua grandeza ao apoiar uma causa nobre!
Desta vez tratou-se de um espectaculo de beneficiência em favor do menino Tozé, uma criança com paralesia cerebral, natural de Vizela. Num sinal de apoio às causas nobres, o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa renunciou ao seu cachet, deste modo ajudando a familia do MeninoTozé. O festival foi organizado pelo Sr.João Oliveira, a quem desde já saudamos, não só pelo convite endereçado para participar na corrida, mas também por toda a sua dinâmica em prol da ajuda à familia do menino Tozé.
O cartel era composto por Novilhos da Ganadaria Jorge Mendes, para serem lidados pelos cavaleiros, Pedro Salvador, Sónia Matias e Filipe Gonçalves. As pegas ficaram a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, Alter do Chão e Cuba. A praça apresentou lotação esgotada.
Relativamente ao Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, adivinhava-se que este festival taurino, iria constituir uma oportunidade para os mais novos no grupo mostrarem o seu valor e, assim sucedeu! O nosso cabo aproveitou a ocasião para fardar elementos mais novos, sendo a primeira vez que o Rui Caiado (de Coruche) e o Ruben Ramos (Vila Viçosa) iriam envergar a jaqueta com 65 anos de história do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa.
Para o primeiro Novilho da Tarde, ocorreu a primeira estreia, o jovem Rui Caiado, foi chamado para pegar este novilho, que se tinha relevado colaborador na lide a cavalo. Após brinde ao menino Tozé, num sinal de grande toureria, o Rui andou sereno para o novilho, citou com calma e temple, carregando no momento oportuno e provocando a investida do novilho que prontamente se arrancou. Após a investida do novilho, o Rui recuou bem, reunindo de forma eficaz e tecnicamente perfeita. Relativamente às ajudas, cumpriram bem o seu papel, consumando-se assim da melhor maneira a primeira pega da tarde.
No segundo novilho que coube em sorte ao G.F.A.L., quarto da ordem , o nosso cabo resolveu dar oportunidade ao José Magro. Perante um novilho mais reservado, o José Magro, na primeira tentativa, não entendeu na perfeição o astado, não tendo conseguido reunir da melhor maneira, sendo desfeiteado. Na segunda tentativa andou de forma mais alegre e serena para o Novilho, tendo carregado o novilho na altura correcta, após recuar bem e apesar de não reunir da melhor forma, demostrou vontade e consumou a pega. Os ajudas cumpriram também na integra o seu papel.
Após a corrida houve o habitual jantar de convívio, onde é de salutar a presença da família Eusébio, sendo seu apanágio cada vez que o grupo vem ao Norte, apoiar e estar presente, dentro e fora de praça! Outra das grandes famílias do Norte de Portugal, que mais uma vez não deixou de dar o seu apoio ao Grupo, foi a família Correia!
No decorrer do jantar e conforme artigo já publicado no blog, foi decidido que o sucessor de José Luis Gomes como cabo do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, será Pedro Maria Gomes. A sucessão deverá tomar lugar em data ainda a definir esta época.
Um grande abraço,
Armando José Barreira Belchior Nunes

06 julho 2009

CABOS

Nuno Salvação Barreto
(1944 - 1992)

José Luís Gomes
(1992 - 2009)

Pedro Maria G0mes
(2009 - ...)

05 julho 2009

3º Cabo do GFAL




Após a corrida realizada hoje em Vizela, foi escolhido quem será o novo cabo para suceder a José Luís Gomes no chefia do GFAL. A escolha recaiu sobre o forcado Pedro Maria Gomes, que tomará posse este ano sem data ainda definida. Visto isto, o presente cabo José Luís Gomes aquando da sucessão continuará a acompanhar o grupo, apoiando no que fôr necessário tanto o GFAL como o novo cabo.

Grupo de Forcados Amadores de Lisboa

28 junho 2009

Torres Vedras 27 de Junho de 2009

Como já vem sendo hábito, fomos mais uma vez convidados para participar na corrida da feira de São Pedro em Torres Vedras.
O cartel era composto pelo Rui Fernandes, Brito Paes, João Telles Jr e o grupo de Vila Franca, perante 6 toiros Veiga Teixeira. Os novilhos-toiros andavam na casa dos 460kg, exceptuando os dois últimos, estes já nos 500-520kg, se bem que fossem anunciados aos microfones contabilizando o peso do maioral.

A rapaziada foi aparecendo nas imediações do hotel local - "Quartel dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras", unidade já sobejamente conhecida por todos nós.
Os minutos de galhofa e nervoso miudinho iniciais, deram lugar à concentração para a responsabilidade que se avizinhava.

O Cabo elegeu os elementos que se fardariam nessa noite, frisando que era preciso carne. Nota para bastantes ausências de peso, uns por força maior, outros por outras. Ainda assim, há que andar para a frente e contar com os que estão fardados.

1º toiro da noite, negro.
Toiro manso, sempre a medir e bastante reservado, antevendo uma pega nada fácil.
O forcado eleito foi o Pedro Gil, conhecido como "Tita".
O Tita esteve muito bem com o toiro, andando desde cedo para lhe ganhar terreno. Carregou e recuou correctamente, o que fez com que o animal pusesse bem a cara. Agora, já sabiamos que o toiro daria uns primeiros derrotes fortíssimos, o que se veio a comprovar quando meteu a cara. O Teixeira pôs o Tita todo lá no alto, mesmo para o tirar, mas como viu que não conseguiu, prosseguiu seu caminho até ao grupo, onde foi prontamente e bem ajudado. Boa pega!

3º toiro da noite, negro.
Toiro fácil, sempre a deixar-se lidar, alegre, suave, mesmo ao jeito de um forcado com pouca rodagem.
O escolhido foi o recém entrado no grupo, João Luz.
O João andou bem para o toiro, não deixando transparecer nervosismo ou inexperiência. Carregou na altura certa, mas não recuou correctamente, o que fez com que a reunião não fosse perfeita. Ainda assim, conseguiu fechar-se de braços mas o toiro afocinhou, o que fez com o João saísse da cara.
A segunda tentativa foi igual à primeira, não me tendo sido descortinar com exactidão o que se passou perto do momento da reunião. Desta vez fechou-se, com o grupo a correr para o ajudar novamente no chão.
Melhor sorte virá!

o 5º da noite era um dos maiores, ainda que tivesse 3 anos. Não se percebe como o director de corrida e veterinário não perceberam que o toiro já vinha diminuído dos quartos traseiros quando saíu da camioneta, somente apercebendo-se dessa situação quando já tinha 2 ferros compridos em cima.
Posto isto, toiro para dentro e nada de sobrero para ninguém.

O jantar teve lugar no também já habitual Adega do Miguel, em Ponte de Rol, onde fomos mais uma vez bem recebidos.






(em ano de despedida, a homenagem da organização da corrida ao cabo José Luís Gomes)










Um abraço,

Gonçalo Maria Gomes

18 junho 2009

Álbum de Recordações

Bom dia
Descobri nos meus arquivos umas fotos muito interessantes.

Corria o ano de 1998, mais precisamente no dia 26 de Abril e o GFAL, uma vez mais foi convidado para um almoço nas Alcáçovas, terra do compadre Ernesto, só que de caminho tinha que se pegar uns garraios, que acabaram por sair três toiros (mexidos), a curiosidade é que foi a primeira vez que o João Galamba Jr, representou o GFAL e como é possível verificar na foto em segundo plano o nosso cabo J L Gomes a colocar a cinta ao PP, seria a alternativa ?, tendo como testemunhas o A Rijo (distraído), Manuel Piteira, Carlos Galamba (Tarzan) , António Casaca e Luís Segão (naquela altura ele ainda era bombeiro) e este vosso amigo que estava por detrás da máquina.



Mais um contributo para o álbum das recordações, no que toca à Família GFAL, desta vez a estreia do nosso novilheiro Manuel Dias Gomes, na Monumental de Corroios, corria o ano de 2000, mais concretamente dia 5 de Março, por ocasião dos festejos carnavalescos, em pose individual e acompanhado do João Galamba Jr. No mesmo dia também se estreou o seu primo João, filho do Mané.







O GFAL, foi sempre um grupo de referência entre os primeiros e em todas as épocas, a foto que envio, foi comprada num quiosque de Lisboa, pois trata-se de um postal ilustrado e se a memória não me trai, o ano deve ser o de 1986, na velhinha paraça do Campo Pequeno, na cara do toiro está o Joaquim José Penetra, na primeira ajuda o José João (Grande), na Segunda ajuda o Antònio Calado, nas duas terceiras João Galamba e Gustavo Martins (sabonete), nas quartas o António Rijo Pinto, a rabejar o Feijoca, entre barreiras, estão o Filipe canelas Pinto e o saudoso Compadre Antonio Maria Julião.

O ano é do 1985, o mês é Agosto, a data não sei precisar, mas será 10 ou 11, o local a bonita cidade da Póvoa de Varzim, a foto dada à estampa, foi obtida junto de um fotógrafo de rua e as personagens devem ser o João Moura e moço de espadas o Barreto e já agora convém acrescentar que o tempo que demorou a tirar a foto, o cavalo começou a beber a água que até o focinho se começou a desfazer (era de papelão).
Com um bronzeado de fazer inveja a qualquer bom veraneante, os manos Galamba (Carlos e João), acabadinhos de chegar de mais uma digressão a França.



Grande Abraço,

João Galamba

03 junho 2009

Sentidas Condolências

Meus amigos, comunicamos com profunda tristeza o falecimento da mãe do António Rijo Pinto, que padecia já algum tempo de doença grave.
Neste dia de dor para o Rijo o GFAL envia as suas condolências a este nosso elemento assim a como todo a família.

Um abraço deste teu e sempre GFAL.

Luís Segão

25 maio 2009

Forcados Amadores de Lisboa – Uma forma de vida

Entrevista de José Luís Gomes a Portallisboa:

"Estamos num típico monte alentejano. As estradas são de terra, cheira a campo, no cimo de uma colina vê-se uma casa branca com barras azuis.

Abrimos a cancela e depois de horas perdidos na estrada, por caminhos que quase nos levavam até ao Algarve chegamos ao Vimieiro onde alguns dos Forcados Amadores de Lisboa estão reunidos para um dos seus habituais retiros de treino.

O grupo dos Forcados Amadores de Lisboa é dos mais antigos de Portugal. Tendo tido ao longo da sua existência dois Cabos: Nuno Salvação Barreto, Cabo desde 1944 até 1991 e José Luís Gomes desde 1992 até ao corrente ano.

Estacionado o carro imediatamente somos informados que nos aguardam no local de treinos. Ao longe ouvem-se os risos e as vozes animadas. Estão juntos desde manhã cedo, como tantas vezes o fazem.


São jovens os forcados que nos recebem. Alguns deles experimentarão pela primeira vez pegar uma vaca nesse dia. Hoje o treino é com gado manso e permite aos curiosos testar a sua vocação, quem sabe não estarão ali os futuros talentos que irão pisar as arenas portuguesas?

José Luís Gomes, o Cabo do grupo, fala-nos com orgulho do grupo de mais de quarenta forcados que representa “Somos quase família. É com eles que me sinto bem, mesmo quando este ano abandonar o lugar de Cabo vou continuar a acompanhá-los”.

Segundo José Luís Gomes acordou um dia e soube que tinha chegado a hora de passar o testemunho, “Custou-me muito tomar esta decisão de me retirar, mas é o momento certo”.


“Está-nos no sangue. Os meus antepassados, eu próprio, os meus filhos. Todos nós estamos ligados à tauromaquia. A minha própria filha de 14 anos já tem essa paixão pelo touro.”, afirma José Luís Gomes com visível orgulho enquanto observa os jovens forcados que ao longe treinam as pegas.
É habitual o grupo fazer estas deslocações a convite de amigos o que “É bom para o dono da herdade pois ajudamos na ferra do gado e é bom para o convívio do grupo e para o treino.”, disse Manuel, um dos forcados ao Portallisboa. É nos treinos e nas ferras que se começa a descobrir o potencial do futuro forcado. Aconselhar e corrigir é o papel do Cabo perante os novos elementos. José Luís Gomes é respeitado pelos seus forcados e esse respeito reflecte-se no bom funcionamento do grupo.

De facto, a palavra mais ouvida quando abordamos os jovens forcados é “respeito”. Mais do que um grupo encaram-se como uma família, a verdade é que trabalham em equipa e apoiam-se nos bons e nos maus momentos. A destreza, a garra e o jeito são construídas no dia-a-dia, lide após lide, pega após pega e a confiança uns nos outros é igualmente alicerçada.

Quando questionado sobre como lidavam com a morte e se isso os levava a pôr em causa o que fazem José Luís Gomes não hesitou: “Existe medo, claro que existe medo. Se não existisse não seríamos pessoas conscientes. E para se ser forcado é preciso ser-se consciente. Mas se cedêssemos a todos os nossos medos que vida teríamos? Por vezes existem fatalidades, todos os forcados se magoam mais tarde ou mais cedo, ainda hoje, logo no início um dos rapazes abriu um lábio, um dos meus filhos, já esteve em risco de vida, mas a vontade de voltar e arriscar é algo que é superior a nós. Corre-nos no sangue. Só quem já abraçou um touro sabe o que isso é, não é algo de que se consiga abdicar. Não existe nada comparado ao momento em que homem e touro se abraçam”.

Todos admitem que o medo está sempre presente, não estão a enfrentar o touro, mas a si próprios contando acima de tudo com o apoio dos seus companheiros, para José Luís Gomes isso é o essencial: “Precisamos uns dos outros sempre, tem que existir confiança isto faz com que nos grupos de forcados se criem amizades fortes que acabam por durar a vida toda”.

E os portugueses continuam a ter interesse pela tauromaquia?

“Somos um país de apaixonados pelo fado e pelo touro. Os portugueses sempre irão gostar de ambas as coisas, são tradições que o tempo não muda nem apaga, apenas fortalece”, palavras de José Luís Gomes ao relembrar as praças de touros cheias que o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa já enfrentou ao longo da sua existência.

Com mais de quarenta membros este é um grupo que promete continuar a destacar-se sendo a prova viva de que cada vez mais os jovens se interessam por esta arte tão típica do nosso país: a arte de ser forcado."

in Portallisboa.

19 maio 2009

Festa do Forcado em Alenquer


Caros amigos, o Clube Taurino Alenquerense, levará a efeito no próximo dia 23 de Maio pelas 15'30 na Quinta do Brandão em Alenquer, uma Festa do Forcado. O Clube Taurino anuncia assim, um concurso de cernelhas onde participação os Forcados Amadores de Montemor, Lisboa, Évora, Barrete Verde de Alcochete, Tomar, Azambuja, Coruche, Moura, Cascais, Portalegre, Caldas da Rainha, Alter-do-Chão, Monforte, Académicos de Elvas, Salvaterra, Póvoa de São Miguel, C.T. Alenquerense, Coimbra, Monsaraz e Beja.
Ainda não foi escolhida a dupla de cernelheiros que entrará em disputa neste concurso, o GFAL espera o apoio de todos os elementos e amigos em Alenquer no próximo sábado.
Ponto de encontro 14'30 na Praça de Toiros (polo do GFAL, cinta e calças de ganga).