29 setembro 2009
GFAL na RTP1
Não percam amanhã pelas 16h40, o Grupo vai estar no programa da RTP1, Portugal no Coração.
28 setembro 2009
Bilhetes Campo Pequeno

Caros amigos, acompanhantes, simpatizantes do GFAL, a corrida da próxima quinta feira no Campo Pequeno na qual o nosso grupo estará presente, está a ter bastante afluência no que respeita à venda de bilhetes. Aconselhamos que se apressem a comprar/reservar pois os bilhetes ainda disponíveis são obviamente as entradas mais caras.
A fardação será pelas 19'30/20'00 na casa do Mira perto da praça de toiros.
Não falte e venha apoiar o nosso grupo, O GRUPO DE FORCADOS AMADORES DE LISBOA.
Cumprimentos,
Grupo de Forcados Amadores de Lisboa
18 setembro 2009
1ª Corrida da Feira da Moita



Desta vez coube-me a mim fazer a crónica da corrida, a pedido do futuro cabo e com o cabo actual a ordenar, “ …então, claro que tem que fazer a crónica, é só vir aqui para levar bilhete e comer, olha, olha…!?”
É a primeira fez que escrevo no blog do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa. De facto eu não queria fazer a crónica, não tinha vontade, não me apetecia, tenho andado um pouco arredado do grupo e há muita gente nova que eu não conheço.
Tenho amigos noutros Grupos de forcados e gosto de outros Grupos de Forcados, mas optei por um Grupo de 1ª Linha, os Amadores de Lisboa, que conta com 65 anos ininterruptos e é o 3º mais antigo de Portugal, mesmo que passe por momentos menos bons, é sempre o meu Grupo de Lisboa, um grupo com um historial imenso e invejável, onde passaram forcados dos melhores de todos os tempos.
Mas o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, não deixa nem nunca deixou de ser o meu Grupo, e se por acaso houve dúvidas da parte de alguém, é porque se calhar não me conhece ou nunca envergou a jaqueta como eu enverguei, não foi nenhuma eternidade, foi o tempo que foi, e esse tempo foi aproveitado dentro e fora da praça, com a maior dignidade, empenho, respeito, suado e até sangrado, não troquei, não troco, e nunca trocarei o Grupo de Lisboa por outro, foi aqui que o Mestre Nuno da Salvação Barreto e o restante grupo me aceitou, foi a mando dele que eu peguei o meu 1º e 2º toiro, é um privilégio e um grande orgulho que muitos não tiveram, foi aqui que aprendi a estar diante de um toiro, foi aqui que me fiz forcado, foi aqui que me deram a importância de estar e saber estar, diante de um toiro e foi aqui que eu fiz aquilo que queria, ser forcado.
Esta pequena introdução é porque algumas das pessoas que estiveram presentes no Sobral e na Moita e que eu considero e gosto, às vezes fazem questão de me irritar, só enfia o barrete a quem lhe servir, enfim adiante.
O Grupo foi convidado a pegar a 1ª Corrida da Feira da Moita, corrida com seis Cavaleiros e Toiros de Mª Guiomar Cortes Moura, compunham o cartel os Amadores da Moita.O nosso querido amigo Bernardo Rosa (Balé), pôs a casa à disposição do Grupo, para ai se fardarem, desde já um bem-haja e obrigado pela disponibilidade e amabilidade com que o grupo foi recebido.
Para o primeiro da tarde, um toiro da Ganadaria de Paulo Caetano, grande e bem rematado com 590kg de peso e toureado por Joaquim Bastinhas, foi chamado o (mauzão) Francisco Mira, o Mira está de facto a passar por um momento extraordinário de confiança e de entender o toiro, dá gosto vê-lo a citar, caminhou para o toiro sereno com o seu cite toureiro, (não sei onde aprendeu) mostrou-se, carregou duas vezes e o toiro saiu, meteu-lhe a cara e despachou-o para as alturas tirando-lhe a cara. Na segunda tentativa foi igual e o grupo fechou, mas não com a convicção necessária, com o toiro já parado o grupo confiou em demasia, o toiro tirou a cara para baixo e grupo ficou todo no chão. Na terceira tentativa não lhe deram hipóteses e consumaram a pega com vontade e valentia.
O segundo da ordem foi um toiro de Guiomar Cortes Moura com 500kg, lidado por Luís Rouxinol, foi para a cara o forcado que só não se faz velho dentro da praça (e também não é tão chato e rezingão, mas é a idade), o actual cabo dos Amadores de Lisboa, José Luís Gomes, o nosso cabo (sim também foi meu cabo) fez aquilo que muitos já não conseguem, que é pôr-se diante de um toiro, com uma postura de 20 anos atrás e bater-lhe as palmas, com o seu andar peculiar mostrou-se ao toiro e mandou, o toiro saiu pronto e o Zé Luís fechou-se com alma, o toiro ainda foi amigo e fugiu ao grupo, assim o forcado da cara teve mais tempo de brilho (como ele gosta), consumou uma bonita pega à primeira tentativa. Eu acho que a pega foi assim, pois no momento da reunião eu tinha uma pessoa à minha frente que se levantou e dizia… “ ajudem…, aas, ajudas…, ajudem”, Manuel Francisco de seu nome.
Fechou praça o nosso querido Pedro Maria Gomes (PP), o toiro era também Maria Guiomar Cortes Moura e acusou o peso de 473 kg, foi lidado pelo joão Telles Jr., vai melhorando de dia para dia, pois desde a última pega que fez em Albufeira, vai mostrando mais confiança, e ganhando mais sítio, foi o que me transmitiu pela maneira correcta e serena que brindou a pega, não vacilando quando atravessou a arena e pareceu que o toiro ia pelo grupo, há pormenores que fazem a diferença. Fez um cite confiante carregou na hora certa e o toiro saiu pronto, fechou-se com decisão à primeira tentativa.PP já te disse isto uma vez, mas nunca é demais, “aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes.”
O jantar foi na Casa da Enguias, como sempre fomos bem recebidos e servidos, a sangria branca é de chorar por mais, houve discursos e o nosso cabo sempre a bater na mesma tecla, que as ajudas não estiveram bem. Não prolongámos mais a noite porque no dia a seguir era dia de trabalho, mas bem apetecia e íamos encarrilados. Entre familiares e amigos dos forcados esteve também presente o Marco Caneira e família, que pela sua maneira espectacular de estar entre nós, também já fazem parte desta família que é O GRUPO DE FORCADOS AMADORES DE LISBOA.
Não somos melhores nem piores que outros, somos é o GRUPO DE LISBOA.
Carlos Ramalhinho
Carlos Ramalhinho
17 setembro 2009
Sobral de Monte Agraço - 13 de Setembro de 2009
Mais uma tarde de toiros, desta vez na praça de toiros de Sobral de Monte Agraço integrada nas festas anuais da terra. O cartel era composto pelos cavaleiros: Luís Rouxinol, Victor Ribeiro e Tiago Carreiras. Estes perante um curro de António Lampreia e as pegas a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa e do Grupo de Forcados Amadores de Coruche.
Esperava-se uma tarde dura e com emoção para os forcados devido ao pesado curro trazido pela ganadaria de António Lampreia. No entanto, tal não veio na totalidade a verificar-se, não obstante os sinais de mansidão revelados pela generalidade dos toiros.
Para abrir praça, foi entendimento do cabo atribuir o primeiro da tarde ao forcado Rui Gil que, de modo algo precipitado, caminhou em direcção ao toiro, tendo depois carregado com certeza e recuando muito bem, consumando uma pega fácil ao primeiro tento.
O terceiro toiro da tarde, pegado por Pedro Miranda, manifestou ao longo da lide evidentes manifestações de falta de bravura, fechando-se em tábuas, dificultou a tarefa do forcado. Na primeira tentativa, Pedro chamou com alegria e calma, tendo carregado no momento exacto, porém não conseguiu impor-se aos violentos derrotes, acrescendo a falta de ajuda do grupo. Já na segunda tentativa, Pedro deu provas da evolução do seu conhecimento sobre a actuação dos toiros, tendo realizado uma pega rija, caracterizada pela valentia, assim honrando a jaqueta do grupo.
Para pegar o quinto da tarde, foi chamado o forcado Pedro Gil que, com eficiência, concretizou a pega à primeira tentativa. De notar que a investida rápida do toiro e de algum modo inesperada não permitiu ao forcado, conforme ditam as regras, marcar e determinar o momento da sorte.
Um abraço
João Abreu
Esperava-se uma tarde dura e com emoção para os forcados devido ao pesado curro trazido pela ganadaria de António Lampreia. No entanto, tal não veio na totalidade a verificar-se, não obstante os sinais de mansidão revelados pela generalidade dos toiros.
Para abrir praça, foi entendimento do cabo atribuir o primeiro da tarde ao forcado Rui Gil que, de modo algo precipitado, caminhou em direcção ao toiro, tendo depois carregado com certeza e recuando muito bem, consumando uma pega fácil ao primeiro tento.
O terceiro toiro da tarde, pegado por Pedro Miranda, manifestou ao longo da lide evidentes manifestações de falta de bravura, fechando-se em tábuas, dificultou a tarefa do forcado. Na primeira tentativa, Pedro chamou com alegria e calma, tendo carregado no momento exacto, porém não conseguiu impor-se aos violentos derrotes, acrescendo a falta de ajuda do grupo. Já na segunda tentativa, Pedro deu provas da evolução do seu conhecimento sobre a actuação dos toiros, tendo realizado uma pega rija, caracterizada pela valentia, assim honrando a jaqueta do grupo.
Para pegar o quinto da tarde, foi chamado o forcado Pedro Gil que, com eficiência, concretizou a pega à primeira tentativa. De notar que a investida rápida do toiro e de algum modo inesperada não permitiu ao forcado, conforme ditam as regras, marcar e determinar o momento da sorte.
Um abraço
João Abreu
07 setembro 2009
Montemor-o-Velho
Tarde de verão, na bonita e antiga vila de Montemor o Velho. A praça de toiros, instalada no recinto da feira anual, tinha as bancadas lotadas de um público alegre, festivo e paciente! Corrida organizada pelo Centro Equestre de Montemor o Velho e cartel composto pelas cavaleiras Sónia Matias, Ana Batista, o matador de toiros Luís Vital "Procuna" e, para pegar os toiros do ganadero Hegino Soveral, os Amadores de Lisboa (que pela primeira vez se apresentavam nesta vila) e o grupo do Aposento da Moita.
Feitas as cortesias, saiu o primeiro toiro da tarde, um novilho com pouca presença e que manseou durante toda a lide de Sónia Matias, sem no entanto criar grandes complicações para a cavaleira. Para abrir praça, o nosso cabo escolheu o forcado Rui Caiado. Posicionado o toiro, posto o barrete, o Rui estava um pouco reservado, e perante a arrancada do toiro após o cite correcto, não alegrou o toiro nem o recebeu nas melhores condições, pelo que o toiro passou ao lado do forcado. Na segunda tentativa, ja mais vistoso no cite, o toiro arrancou pronto e investiu no forcado, que, embora não se tivesse dobrado na cara deste, vinha bem colocado aguentando a investida a meia altura, com o grupo a fechar bem e a mostrar prontidão nas ajudas.
O segundo do nosso lote foi lidado novamente pela cavaleira Sónia Matias, já tinha mais presença e mostrou-se durante a lide, um bom colaborador, com boas arrancadas para o cavalo e, após uma lide alegre e com bons ferros curtos, que valeu a Sónia Matias o prémio de melhor lide da tarde, foi escolhido o João Galamba. Um bom forcado, que nos tem dado boas alegrias nos ultimos anos, e que em Montemor não teve a sua tarde. Na primeira tentativa, após o cite um pouco em cima demais, o João atrasou-se um pouco no momento da reunião, pelo que não se conseguiu fechar, tendo sido despejado antes de chegar ao primeiro ajuda. Na segunda tentativa, já recebe melhor o toiro, mas este quando chega ao primeiro ajuda, coloca a cara no chão deixando assim o forcado por terra. Na terceira tentativa, o toiro mete o piton esquerdo no momento a reunião, pelo que nem deu tempo para o João de fechar, tendo sido depois muito castigado no chão. Já recomposto, foi pela quarta vez para a cara do toiro, e desta vez, com o toiro a meter o mesmo piton, o forcado ja vinha fechado na cara do toiro, uma boa primeira ajuda de João Mota Ferreira, e o grupo a mostrar rapidez e decisão para consumar a pega.
No intervalo (depois de um toiro enganado ter saído para a arena, tendo demorado uma eternidade para recolher), foi a vez das homenagens, tendo sido o nosso Cabo, José Luis Gomes o primeiro homenageado da tarde com uma bonita placa oferecida pelo Centro Equestre organizador e um cabaz de "Doçaria Regional" (citando Armando Nunes), com umas boas queijadas e saborosos pastéis de Tentúgal.
Pelos Forcados do Aposento da Moita, pegou o primeiro José Maria Bettencourt, à primeira tentativa, numa pega limpa e bonita e para o segundo saltou o forcado Frederico Morais, que após um cite bonito o toiro arranca com muita pata, tendo o forcado respondido com rapidez no momento de se fechar, no entanto atravessou todo o grupo e bateu com o forcado nas tábuas, para depois o colher de uma maneira muito dura, que o impossibilitou de realizar a segunda tentativa. a
As melhoras para o Frederico. Saíu para a dobra José Broega que aguentou uma viagem dura, até que o grupo conseguisse fechar e consumar a pega. Foi esta a pega vencedora do troféu em disputa.
Para fechar a ida a Montemor o Velho, e na presença do Ganadero Sr. Hegino Soveral, jantamos num restaurante no recinto da feira, que para alegria de muitos elementos do GFAL tinha o símbolo do glorioso nas toalhas de mesa, tendo tempo ainda para, no final, assistirmos ao concerto (Karaoke) de Paulo Gonzo e rever velhas glorias do ciclismo nacional.
Um Abraço
Manuel Correia
Feitas as cortesias, saiu o primeiro toiro da tarde, um novilho com pouca presença e que manseou durante toda a lide de Sónia Matias, sem no entanto criar grandes complicações para a cavaleira. Para abrir praça, o nosso cabo escolheu o forcado Rui Caiado. Posicionado o toiro, posto o barrete, o Rui estava um pouco reservado, e perante a arrancada do toiro após o cite correcto, não alegrou o toiro nem o recebeu nas melhores condições, pelo que o toiro passou ao lado do forcado. Na segunda tentativa, ja mais vistoso no cite, o toiro arrancou pronto e investiu no forcado, que, embora não se tivesse dobrado na cara deste, vinha bem colocado aguentando a investida a meia altura, com o grupo a fechar bem e a mostrar prontidão nas ajudas.
O segundo do nosso lote foi lidado novamente pela cavaleira Sónia Matias, já tinha mais presença e mostrou-se durante a lide, um bom colaborador, com boas arrancadas para o cavalo e, após uma lide alegre e com bons ferros curtos, que valeu a Sónia Matias o prémio de melhor lide da tarde, foi escolhido o João Galamba. Um bom forcado, que nos tem dado boas alegrias nos ultimos anos, e que em Montemor não teve a sua tarde. Na primeira tentativa, após o cite um pouco em cima demais, o João atrasou-se um pouco no momento da reunião, pelo que não se conseguiu fechar, tendo sido despejado antes de chegar ao primeiro ajuda. Na segunda tentativa, já recebe melhor o toiro, mas este quando chega ao primeiro ajuda, coloca a cara no chão deixando assim o forcado por terra. Na terceira tentativa, o toiro mete o piton esquerdo no momento a reunião, pelo que nem deu tempo para o João de fechar, tendo sido depois muito castigado no chão. Já recomposto, foi pela quarta vez para a cara do toiro, e desta vez, com o toiro a meter o mesmo piton, o forcado ja vinha fechado na cara do toiro, uma boa primeira ajuda de João Mota Ferreira, e o grupo a mostrar rapidez e decisão para consumar a pega.
No intervalo (depois de um toiro enganado ter saído para a arena, tendo demorado uma eternidade para recolher), foi a vez das homenagens, tendo sido o nosso Cabo, José Luis Gomes o primeiro homenageado da tarde com uma bonita placa oferecida pelo Centro Equestre organizador e um cabaz de "Doçaria Regional" (citando Armando Nunes), com umas boas queijadas e saborosos pastéis de Tentúgal.
Pelos Forcados do Aposento da Moita, pegou o primeiro José Maria Bettencourt, à primeira tentativa, numa pega limpa e bonita e para o segundo saltou o forcado Frederico Morais, que após um cite bonito o toiro arranca com muita pata, tendo o forcado respondido com rapidez no momento de se fechar, no entanto atravessou todo o grupo e bateu com o forcado nas tábuas, para depois o colher de uma maneira muito dura, que o impossibilitou de realizar a segunda tentativa. a
As melhoras para o Frederico. Saíu para a dobra José Broega que aguentou uma viagem dura, até que o grupo conseguisse fechar e consumar a pega. Foi esta a pega vencedora do troféu em disputa.
Para fechar a ida a Montemor o Velho, e na presença do Ganadero Sr. Hegino Soveral, jantamos num restaurante no recinto da feira, que para alegria de muitos elementos do GFAL tinha o símbolo do glorioso nas toalhas de mesa, tendo tempo ainda para, no final, assistirmos ao concerto (Karaoke) de Paulo Gonzo e rever velhas glorias do ciclismo nacional.
Um Abraço
Manuel Correia
03 setembro 2009
Corrida da Despedida Adiada
Em virtude da programação tauromáquica do Campo Pequeno ter definido que apenas uma vez por ano podem decorrer Corridas com um Grupo a pegar os 6 Toiros em solitário (o que já aconteceu este ano), a mudança de Cabo do nosso Grupo, realizar-se-á no principio da temporada do Campo Pequeno com uma corrida de 6 toiros.
24 agosto 2009
Crónica Corrida RTP Algarve 09, Albufeira, 18 de Agosto
"Foi com muito prazer que uma vez mais aceitei o gentil convite do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, por intermédio dos meus amigos Pêpê Gomes e Francisco Mira, para a ceia no final de mais uma corrida RTP Algarve.
Desta vez para além da ceia fui também convidado para a dificil tarefa de fazer a crónica da corrida.
Como tal e sem pretensões de cronista, jornalista ou comentador faço-o de acordo como vi a corrida.
Noite típica de Verão, praça cheia e um ambiente diferente do ambiente taurino que estamos habituados mas também muito agradável para os participantes que foram sempre acarinhados pelo público.
Pegavam os Amadores de Montemor e os Amadores de Lisboa, seis touros do Matador de Toiros/Ganadero/Empresário Fernando dos Santos.
A corrida saiu bem apresentada, cumpridora e colaborou para o espectáculo. O Grupo de Montemor pegou todos os seus touros ao primeiro intento, tal como os Amadores de Lisboa, que passo a descrever.
Para abrir a corrida o cabo José Luis Gomes escolheu o forcado Pedro Miranda, coube-lhe o touro mais sério da noite e com mais poder, na minha opinião, o Pedro fez uma pega com principio meio e fim, tudo bem feito numa pega vistosa e com um toiro com muita velocidade, muito bem ajudado por todo o grupo. Mais uma vez, na minha opinião, deveria ter sido a pega vencedora do troféu em disputa.
O segundo touro foi pegado pelo Francisco Mira, um dos forcados mais mediáticos do momento, precisamente por aquilo que tem feito e bem. O Chico tentou mandar mas o touro saiu-lhe muito pronto, aguentou-o, não como normalmente o faz, mas mesmo assim não se descompôs e fechou-se muito bem para ser também bem ajudado por todo o grupo. Foi a pega vencedora da noite.
A fechar a corrida o momento mais emotivo, a pega do Pêpê, podia até nem ter sido uma boa pega, que foi, podia ter sido mal ajudado, o que não aconteceu, só a sua atitude valeu o momento. Pôs-se em frente a um toiro depois do percalce que lhe aconteceu, brindou a sua mãe, a quem mais poderia ser...O meu aplauso e que bonita maneira de regressar ao activo nesta fase que se aproxima na sua vida.
Como te disse Pêpê, tens da minha parte e do Grupo de Forcados Amadores de Évora todo o apoio e toda a amizade dentro e fora de praça.
Ao Cabo José Luis Gomes uma palavra de reconhecimento por tudo o que tem feito no seu grupo e na festa em geral e pelo exemplo que tem sido para todos nós.
Faço votos de muitos sucessos e êxitos para o GFAL e que todos os lesionados se recuperem rapidamente.
Muito obrigado,
Um forte abraço
Bernardo Salgueiro Patinhas"




Desta vez para além da ceia fui também convidado para a dificil tarefa de fazer a crónica da corrida.
Como tal e sem pretensões de cronista, jornalista ou comentador faço-o de acordo como vi a corrida.
Noite típica de Verão, praça cheia e um ambiente diferente do ambiente taurino que estamos habituados mas também muito agradável para os participantes que foram sempre acarinhados pelo público.
Pegavam os Amadores de Montemor e os Amadores de Lisboa, seis touros do Matador de Toiros/Ganadero/Empresário Fernando dos Santos.
A corrida saiu bem apresentada, cumpridora e colaborou para o espectáculo. O Grupo de Montemor pegou todos os seus touros ao primeiro intento, tal como os Amadores de Lisboa, que passo a descrever.
Para abrir a corrida o cabo José Luis Gomes escolheu o forcado Pedro Miranda, coube-lhe o touro mais sério da noite e com mais poder, na minha opinião, o Pedro fez uma pega com principio meio e fim, tudo bem feito numa pega vistosa e com um toiro com muita velocidade, muito bem ajudado por todo o grupo. Mais uma vez, na minha opinião, deveria ter sido a pega vencedora do troféu em disputa.
O segundo touro foi pegado pelo Francisco Mira, um dos forcados mais mediáticos do momento, precisamente por aquilo que tem feito e bem. O Chico tentou mandar mas o touro saiu-lhe muito pronto, aguentou-o, não como normalmente o faz, mas mesmo assim não se descompôs e fechou-se muito bem para ser também bem ajudado por todo o grupo. Foi a pega vencedora da noite.
A fechar a corrida o momento mais emotivo, a pega do Pêpê, podia até nem ter sido uma boa pega, que foi, podia ter sido mal ajudado, o que não aconteceu, só a sua atitude valeu o momento. Pôs-se em frente a um toiro depois do percalce que lhe aconteceu, brindou a sua mãe, a quem mais poderia ser...O meu aplauso e que bonita maneira de regressar ao activo nesta fase que se aproxima na sua vida.
Como te disse Pêpê, tens da minha parte e do Grupo de Forcados Amadores de Évora todo o apoio e toda a amizade dentro e fora de praça.
Ao Cabo José Luis Gomes uma palavra de reconhecimento por tudo o que tem feito no seu grupo e na festa em geral e pelo exemplo que tem sido para todos nós.
Faço votos de muitos sucessos e êxitos para o GFAL e que todos os lesionados se recuperem rapidamente.
Muito obrigado,
Um forte abraço
Bernardo Salgueiro Patinhas"



17 agosto 2009
4ª Grande Corrida RDP dia 09 de Agosto de 2009

Mais uma vez o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa deslocou-se a uma praça que nos traz óptimas recordações onde temos obtido inúmeros triunfos. Falo-vos da Figueira da Foz, desta feita para pegar a 4ª Grande Corrida RDP. Extraordinária afluência de público ao Coliseu Figueirense, completamente a "abarrotar" pelas costuras. Mais uma prova de que a festa está viva!
Neste ano em que comemoramos os 65 anos de existência, tinhamos ainda a responsabilidade acrescida de ser a última vez que o nosso Cabo, José Luís Gomes, pisava a arena da Figueira nessa condição.
O Cartel era composto pelos Cavaleiros, João Salgueiro, José Manuel Duarte, Rui Fernandes, Pedro Salvador, Filipe Gonçalves, o praticante Tomás Pinto e, para pegar os seis exemplares enviados pelo Senhor Higino Soveral, estava o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, Grupo de Forcados Amadores de Tomar e o Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca.
O Cartel era composto pelos Cavaleiros, João Salgueiro, José Manuel Duarte, Rui Fernandes, Pedro Salvador, Filipe Gonçalves, o praticante Tomás Pinto e, para pegar os seis exemplares enviados pelo Senhor Higino Soveral, estava o Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, Grupo de Forcados Amadores de Tomar e o Grupo de Forcados Amadores do Aposento da Chamusca.
O 1º toiro que nos calhou em sorte, foi lidado pelo Cavaleiro João Salgueiro que envidenciou o bom momento que está a atravessar e aproveitou a colaboração do seu oponente para efectuar uma lide plena de toureria a conseguir chegar às bancadas. Para abrir praça, o cabo chamou o Francisco Mira.
O Francisco andou para o toiro sereno e com a arte a que nos tem habituado; deixo-se ver e mandou na altura da investida tendo reunido correctamente. O toiro apesar de alguma pata, veio franco pelo seu caminho tendo sido parado pela boa prestação dos ajudas que se mostraram bastante coesos.
Para lidar o 2º do nosso lote, esteve o Cavaleiro Rui Fernandes. Evidenciou uma boa forma após a queda de que resultou uma fractura no braço em três sitios distintos. Frente a mais um toiro colaborador mas que transmitia emoção às bancadas, conseguiu efectuar uma lide séria e correcta com alguns apontamentos de belo efeito.
Para o nosso segundo toiro, o cabo José Luís Gomes escolheu o João Galamba que brindou a sua pega à Figueirense mais Emblemática, Rosa Amélia.
O João é um forcado que já vai tendo os seus créditos firmados, mas neste dia, talvez por precepitação, deixou que o toiro se arrancasse solto o que fez com que a reunião não tenha sido a mais correcta, acabando por sair.
Na 2ª tentativa, com a garra habitual, andou mais calmo para o toiro e mandou na sua investida tendo conseguido uma boa reunião. Mais uma vez uma palavra para todos os ajudas que mais uma vez estiveram exemplares, denotando grande coesão e entreajuda.
Nota ainda para o jantar onde fomos muito bem recebidos pela "Rosa Amélia" e pela sua equipa, jantar esse, que foi palco de outras "faenas" onde reinou a boa disposição.
Deixo-vos algumas fotografias que demonstram o gosto que temos em ir à Figueira da Foz e os videos das pegas.
04 agosto 2009
Corrida em Tavira
Praça de Toiros: Tavira (Portátil)Data: 01 de Agosto 2009Ganadaria: 6 Toiros da Ganadaria Luis Cabral
Cavaleiros: Luis Rouxinol, João Salgueiro e Filipe Gonçalves
Forcados: Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, capitaneados por José Luís Gomes e Amadores de Coruche
Cavaleiros: Luis Rouxinol, João Salgueiro e Filipe Gonçalves
Forcados: Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, capitaneados por José Luís Gomes e Amadores de Coruche
No ano em que se comemoram os 65 º aniversário, do GFAL, já tardava o tradicional arranque de época, que normalmente é marcado pela entrada do mês de Agosto, o qual atinge o seu ponto alto lá para meados ou seja o dia 15 e a tradição cumpriu-se, rumando toda a “família “ do GFAL a terras algarvias, desta vez coube a honra à bonita cidade de Tavira, cuja organização da corrida esteve a cargo do Clube Hípico local.
A concentração estava marcada para as 20 horas no Hotel Vila Galé Tavira, onde o anfitrião senhor José Lavrador, acompanhado do cabo José Luis Gomes, aguardava a comitiva junto à piscina. O quarto disponibilizado para a fardação foi o 3078, todavia, devido a problemas tecnicos com o GPS do Antonio Jose Casaca, o GFAL, arriscou-se a chegar mesmo, mesmo em cima da hora às cortesias, mas quando saiu o primeiro da ordem, já toda a rapaziada se encontrava entre barreiras, a aguardar o ferro primeiro, como reza a cantiga.
E para abrir praça, frente a um exemplar de Luis Cabral, bem composto, todavia, com pouca força o Cabo José Luis escolheu o Pedro Gil “Tita”, para os amigos, citou de meia praça, porém atrasou-se a mandar na investida, o que retirou velocidade à viagem e provocou uma reunião dura, correspondida por uma vontade enorme de ficar do Tita, prontamente ajudado pelo grupo que não se deixou surpreender, pela mudança de trajectória da referida viagem.
O que deveria ser o segundo da ordem, para o cavaleiro João Salgueiro, rematou desenfreadamente na jaula e acabou por se desembolar, saindo em sua substituição o 5º , ou seja o segundo do João, que por direito nos tocou foi um exemplar sério, bisco de córnea, contudo, denotou também falta de força, tal como toda a corrida lidada. O rebuçado estava guardado para o Pedro Miranda, que com facilidade lhe marcou as distâncias, embora o tenha deixado sair solto, carregou cedo e não fosse a nobreza da investida, poder-se-ia ter complicado o negócio, mas tudo se simplificou com o Grupo a ajudar em bloco e a consumar-se mais uma pega ao primeiro intento.
O terceiro da noite, a fechar a primeira parte da corrida, foi quanto a nós o exemplar mais bem apresentado e que bom jogo deu a Filipe Gonçalves, para a cara, o cabo pretendeu confirmar as indicações que o jovem Rui Caiado, tinha dado em Vizela, até porque estava em competição com o antigo grupo do Rui, no entanto a responsabilidade e uma pontinha de nervo, trairam o rapaz, que na primeira tentativa, deixou o toiro sair solto, não o alegrou e adiantou-lhe a mão direita, abortando a sorte, sem consequências de maior. Na segunda tentativa, depois de ouvidas as recomendações da praxe, o Rui consumou a pega, sem o brilho que a situação impunha, apesar de bem ajudado no sector da segunda e terceiras ajudas, o que lhe valeu um sempre oportuno e pedagójico reparo do cabo José Luis.
O jantar foi marcado pelo veterano Feliciano Raposo, um elemento que nunca esquece o seu Grupo em especial quando este se desloca a praças do sul do país, teve lugar num restaurante junto ao Mercado Municipal de Tavira e foi o que se pode arranjar, findo o qual houve divisão de opiniões quanto ao términus da noite, uns escolheram o Sotavento e outros o Barlavento.
Um abraço
João Galamba
João Galamba
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