16 outubro 2013

Luto - Reinaldo Anacleto

P.N      A.M

Só hoje tivemos conhecimento, mas morreu na segunda-feira, o avô dos nossos amigos e forcados actuais do Grupo, Manuel e Rui e Pedro Gil. 

Era um grande aficionado e não foram poucas as vezes em que acompanhou treinos e corridas do Grupo.

A toda a família enlutada, o GFAL gostava de vos deixar um abraço forte e dizer-vos que neste momento de dor, vos acompanha em oração!


14 outubro 2013

Luto - Sra. D. Fátima Rodrigues

P.N.      A.M

Morreu hoje, com 84 anos, a mãe e avó dos nossos amigos e antigos forcados do Grupo, Manuel e António Rodrigues.

A toda a família enlutada, o GFAL gostava de vos deixar um abraço forte e dizer-vos que neste momento de dor, vos acompanha em oração!


30 setembro 2013

Noticias do Grupo



 - No passado sábado, dia 28 de Setembro, casaram-se em Azambuja, Maria José e Francisco Mira. O vosso Grupo de Lisboa, deseja-vos muitas Felicidades e que possam dar muitos forcados ao Grupo.

- A época 2013 ainda não terminou para o Grupo. No próximo sábado, dia 5 de Outubro em Elvas, o Maestro João Moura encerra-se com 6 toiros e convidou o Grupo para estar presente numa "seleção". A representar o Grupo vão estar João Vasco Lucas, Pedro Miranda, Pedro Nunes e João Mota Ferreira. 

- No dia 19 de Outubro em Alcochete vai-se realizar um dos tradicionais festivais de final de época, o Festival dos Bandarilheiros. A representar o Grupo vão estar Armando Nunes, Daniel Batalha, João Luz e João Varanda.

Todos a Elvas e a Alcochete para apoiar os nossos forcados!

08 setembro 2013

Última dos Amadores de Lisboa em Lisboa



Os Amadores de Lisboa fecharam a época na sua terra numa corrida de praça cheia.

O cartel era composto por António Palha Ribeiro Telles, Pablo Hermoso de Mendonça e Miguel Moura, Forcados Amadores de Lisboa e Évora e os toiros pertenciam à ganadaria Passanha.

Era a corrida da revista Lux, por isso muita gente ligada à moda e televisão marcaram presença na praça Lisboeta.

A corrida desta noite tinha para os Amadores de Lisboa um sabor “agridoce”, pois era a última corrida em que o Nelson Lopes e Gonçalo Maria Gomes iam vestir a jaqueta de Forcado em corridas normais.
Eu quis estar presente, como muitos dos mais velhos estiveram, pois o Nelson e o Gonçalo, por tudo o que deram ao grupo, na maneira de ser de estar de ajudar e de resolver os problemas bem merecem a nossa gratidão.

O mestre Nuno Salvação Barreto, José Luís Gomes e o Pedro Maria Gomes, estão com certeza orgulhosos de os ter tido como elementos deste nosso Grupo.

No discurso do jantar o nosso Cabo PP perguntou-me se queria dizer umas palavras e eu disse que não, ele de seguida disse; “depois vens dizer que devias ter falado”… e teve razão.

Então aqui vai:
Antes de falar das pegas queria falar aqui um pouco em jeito de homenagem, destes dois grandes Forcados do Grupo de Forcados Amadores de Lisboa, com quem eu tive o prazer de privar.
O Nelson Lopes apareceu pelas mãos do Casaca e do Bombeiro, tinha 15 anos um “bambino”.
Nos primeiros treinos recordo-me de ouvir dizer que estava ali um diamante por lapidar, e foi verdade.
Sempre muito calmo e humilde, cresceu e apendeu depressa, logo revelou ser peça importante a pegar de caras ou a ajudar em qualquer posição, sem nunca, mas nunca, (nem se espera outra coisa de quem quer envergar a jaqueta do GFA de Lisboa) virar a cara à luta.
O Nelson foi um forcado de mão cheia tanto dentro como fora da praça, a sua humildade e maneira de estar na festa, sem vaidade ou protagonismo cativou toda a gente, desde os mais velhos, aos mais novos que ainda hoje estão no Grupo.
Dentro e fora da praça tive o prazer de pegar com ele, tivemos “corridas” engraçadas em Portugal, França, Espanha, Macau e até Barrancos, recordo aquela noite no Olivença onde dormiu comigo e com o Bombeiro… a beber whisky por uma tampinha… aqueles banhos na Pipa em Barrancos… as grades de minis na Forja, quando íamos marcar quarto…  os 5 contos para vires para Lisboa com o Bombeiro … enfim vivemos e divertimo-nos bastante, era a equipa maravilha.

O Gonçalo Maria Gomes, queria era Body –Bord, acompanhava o Grupo mas não queria “mexa”, de repente fez-se um click ,e começou a treinar com o Grupo. Pegou o 1ª toiro na praça do Redondo, o tal ”cão grande” (Lima Monteiro), para quem não conhece a história é simples, eu perguntei ao Gonçalo como se tinha sentido ao pegar o seu 1º Toiro, e ele respondeu-me, “ parecia um cão grande a vir para mim”.
Para o Gonçalo ser Forcado no Grupo de Lisboa não foi tarefa fácil, o seu pai era o cabo e tratava-o de igual a todos os outros, para o Gonçalo era sempre uma responsabilidade a dobrar.
O Gonçalo foi um forcado sempre em grande forma fisicamente, o que lhe permitiu fazer grandes pegas, tinha uma maneira muito sua de citar, séria e sóbria sem muitas veleidades mas muito, muito eficaz, tinha uma reunião com os toiros como poucos conseguem e quando se “trancava” de braços era para ficar, todos iam atrás do Gonçalo com a máxima confiança.
O Gonçalo também provou o amargo da festa, para nós elementos do Grupo foi difícil, imaginem para o Gonçalo ver pelo que passou o seu irmão.
Por estas e muitas mais situações o Gonçalo foi uma Grande Forcado que muito deu ao seu Grupo.
Também tive com o Gonçalo umas boas corridas dentro e fora da praça, aqueles dias nos “Limas”, quando fomos para o Algarve uma semana antes de uma corrida para marcar quarto, eu o Gonçalo e o Nuno da Burra, que semana… e rende…e não marcámos o quarto, aquela em Estremoz, “eu não sou o Manel Piteira”… sabes cantar, sabes cantar… lailailaii... enfim…e tantas outras.

Sinto-mo orgulhoso de me ter fardado com estes dois Grandes Forcados do Grupo de Lisboa.

As pegas da corrida:
O 1º toiro da noite um Passanha em tipo e bem apresentado, mas com deficiências na visão, o Forcado da cara escolhido foi o Gonçalo Maria Gomes, brindou à sua mulher, seus dois filhos e ao Grupo, era a sua última pega em corridas oficiais.
O Gonçalo não deu muitas vantagens ao toiro e colocou-se em “su sitio”, mandou no toiro e fechou-se como uma lapa. A pega foi consumada à 1ª tentativa.

Para o nosso 2º da ordem foi o Forcado Daniel Batalha, uma estreia no Campo Pequeno, o nosso “Mãozinhas” esteve sereno e não se deixou intimidar por estar na 1ª praça do País. O toiro era também mal visto mas o forcado esteve correto com ele e fechou-se à 1ª tentativa.

Para a cara do nosso último da noite uma estampa de toiro, foi escolhido o Forcado Manuel Guerreiro, o Passanha era um pedaço de toiro, mas só em trapío, pois em qualidade foi o pior da noite. O toiro era tardo na investida e o Manel esteve enorme ao pisar -lhe os terrenos, aqueles que fazem secar a boca e bater mais forte o coração, o toiro lá saiu e o Manel fechou-se bem à 1ª tentativa.

Os toiros Passanha estavam bem apresentados como era de esperar, mas foram mansos e sem transmitir emoção, os toiros não foram difíceis mas o Grupo não complicou, os forcados da cara estiveram corretos e os ajudas também. 
Fechámos assim com chave de ouro a última corrida em Lisboa de uma época positiva.
Pelos Amadores de Évora pegaram os Forcados Gonçalo Pires fechou-se à segunda tentativa, o Forcado Manuel Rovisco à terceira e Forcado João Oliveira ao primeiro intento.

O jantar foi agradável foi pena ser dia de semana, esteve muita gente no jantar, houve discursos e em todos eles se falou do Nelson e do Gonçalo.
Até o nosso Nuno da Burra foi ao jantar e botou discurso.

Foram também agraciados com uma oferta, António José Casaca, Luís Segão e Nelson Lopes, por fazerem parte da organização que trouxe de volta à aldeia de Paio Pires as corridas de toiros.
Também tivemos direito a uma Srª que aparece nas revistas cor-de-rosa, aquela Srª que é “aficionada” e desde pequena que ia ao colo do pai às corridas em Vila Franca, de seu nome Lili Caneças.

Pelo Grupo de Lisboa, venha vinho…


Carlos Ramalhinho

Última dos Amadores de Lisboa em Lisboa






Última dos Amadores de Lisboa em Lisboa





Última dos Amadores de Lisboa em Lisboa







Fotos gentilmente cedidas pelo nosso amigo Joaquim Mesquita

21 agosto 2013

Córdoba do GFA de Lisboa


É bem capaz de ser a crónica mais fácil que aqui escrevo. Antes de mais, porque tudo está bem, quando acaba bem. Depois, talvez por preguiça, porque há que trabalhar e as atenções (as minhas seguramente) já se centram em Albufeira, não vos irei maçar muito socorrendo-me da velha máxima: "uma imagem vale mais do que mil palavras".

Ainda assim, há alguns apontamentos dignos de registo, a saber:


Malveira, terra de inúmeros forcados do nosso grupo (notem que nas cortesias, apenas 2 não são da terra) e do "nosso" torero Manuel Dias Gomes;
Terra do nosso (ex)Cabo José Luís Gomes;
Terra do nosso "centro de Estágio";
Terra onde já vivemos todas as emoções possíveis, desde o triunfo ao drama e à tragédia, mas donde tiramos um saldo bastante positivo.
Corrida de Toiros com 3 cavaleiros da região, António Maria Brito Paes, Marcelo Mendes e David Gomes. Toiros da prestigiada Ganaderia Oliveiras e Irmãos e a partilha do cartel com o Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.

Tudo começou bem, com a excelente recepção que nos foi proporcionada pela Júlia e pelo Pedro Nunes, desta forma só se pode esperar uma tarde redonda por diante, e assim foi! Um grande Olé para a Júlia e para o Nunes, muito obrigado por tudo!

Chegando à praça, e mais uma vez constatar o apoio de vários (de várias gerações) antigos elementos, mais uma recarga na moral!

Os Toiros, actor principal, deram todos bom jogo, com realce para o 3º e 5º (o melhor da corrida) da ordem. Mais que merecidas as chamadas à praça do Maioral.

Quanto a nós, foi um verdadeiro "Cordobés en Cordoba" uma vez que as três pegas foram executadas por forcados da Terra.

Para o primeiro, foi o experiente Pedro Miranda, que nos "empresta" sempre a mesma seriedade, independentemente da praça ou da corrida em causa (como poderão comprovar pelo vídeo). Achei que houve Pedro a mais para o toiro em questão, o que só por si, diz tudo.



A seguir, um forcado que é constantemente "massacrado" nas ajudas, a ter a oportunidade de pegar de caras na sua terra. Esteve muito bem e não fosse o rigor a que estamos obrigados, dir-se-ia que a pega foi concretizada à primeira tentativa, uma vez que o toiro na primeira passou-lhe ao lado e não chegou a haver reunião. Nota para a 1.ª ajuda do João Abreu (mais um forcado da terra) que foi bastante oportuna.



O 5º, que não costuma ser mau (e que desta vez foi extraordinário) fez recair a aposta no Daniel Batalha que este ano tem vindo a dar provas da sua evolução. O nosso Cabo, Pedro Maria Gomes, também sentia que se estava a chegar ao fim de uma actuação redonda e para esta pega decidiu recriar a sorte do "número" que foi protagonizada pela primeira vez (década de 60) na altura do Mestre Nuno Salvação Barreto, pelo forcado José Carlos Eusébio (Pai dos forcados José Carlos e Ricardo Eusébio).
O Daniel esteve enorme, o toiro colaborou e a prontidão das ajudas proporcionaram uma grande pega!



Para acabar este dia em beleza, a família Batalha abriu-nos as portas da sua casa para um magnífico jantar onde imperou a boa disposição. Ao Daniel e a toda a sua família, muito obrigado.



Dizia eu no princípio que não vos iria maçar muito e já vamos aqui… É altura de parar, porque já só consigo pensar na corrida que nos espera hoje pelas 22h na Praça de Albufeira!
Vamos aí com alma!

Um grande abraço,


Nuno Maria Bonneville

n.d.r. Fotografias cedidas pelo nosso amigo Carlos Ramalhinho

19 agosto 2013

Alcácer do Sal

Cascais, 14 de Agosto de 1944, tinha o nosso Grupo a 1ª apresentação oficial. Passados 69 anos de história ininterrupta, apresentámo-nos em Alcácer para pegar a 13ª corrida da época. 

Para quem anda neste meio há uns anos, sabe que Alcácer e Grupo de Lisboa sempre estiveram ligados, por isso é sempre especial quando regressamos à Praça Mestre João Núncio.

Este ano a fardação e o jantar foram na Herdade da Barrosinha e por volta das 20h já o Grupo estava concentrado para a corrida. Cá fora eram muitos os amigos, familia e antigos forcados do Grupo que não quiseram perder esta data.

Calharam-nos 3 toiros em sorteio muito diferentes entre si,tanto no comportamento como no tipo de cara.

Para abrir praça, escolhi o Eurico "Pisca". Filho de um grande forcado do Grupo, tem vindo nesta sua 1ª época a "sério" a revelar humildade, toureria e uma grande vontade em estar cada vez melhor, requisitos para se ser Forcado. Esta noite não esteve ao nível que nos tem habituado, num toiro fácil, mas que devido à sua "falta de corno" não permitia que o forcado não se dobrasse no momento da reunião e assim vinha descomposto, sendo facilmente tirado da cara, pegou à 4ªtentativa.
Eurico, como já te disse, um forcado não se faz com meia dúzia de toiros pegados, faz-se de noites como esta, por isso não desanimes e para a próxima eu sei que vais estar melhor e vais recordar esta noite como uma lição.

O nosso 2º toiro, era o mais pequeno do nosso lote, tendo também a pior cara, mas de comportamento igual ao 1º. O escolhido para a pega foi o Tita. Esteve perfeito do inicio ao fim, tendo feito uma pega tecnicamente perfeita e muito bem ajudado pelo Grupo.

Para fechar a noite do Grupo, escolhi o Manuel Guerreiro. Quem percebe o mínimo de toiros, reconhece facilmente que era um toiro diferente de todos os outros e que apresentava alguns problemas que nenhum dos outros apresentou. Na 1ª e 2ª tentativa o toiro meteu sempre mal a cara no momento da reunião e o Manel nunca se conseguiu fechar bem. Na 3ª tentativa foi uma pega muito boa, tanto do Manel como dos ajudas que entraram todos muito bem, tendo o toiro empurrado até ás tábuas e sempre com dureza.

Visto pelo número de tentativas, poder-se-ia pensar que tinha sido uma noite má, mas como referi atrás, só poderíamos ter feito melhor no 1º toiro. Parabéns a todos pois tem sido uma boa época!

Foi bonito o gesto da empresa em nos brindar com um prémio e também o brinde do Aposento da Moita, ambos pelo nosso 69º aniversário. Obrigado à dupla Ricardo Levesinho e Vasco Dotti, ao Zé Pedro Pires da Costa e restante Grupo.

Obrigado a todos os antigos que se deslocaram a Alcácer, aos Fundadores Nuno Salvação Barreto, Eduardo Salvação Barreto (esperamos que possa estar connosco para o 70º aniversário), Luís Filipe Shore, Aníbal de Albuquerque, Luís Filipe Nunes Dias e Victor Guerreiro, ao antigo Cabo José Luís Gomes e a todos os forcados que pertenceram ao Grupo.

Por último, um agradecimento especial à Familia Rodrigues, mais uma vez, toda a logistica e o jantar foram oferecidos por estes dois antigos forcados do Grupo. Muito obrigado!

Um abraço,

Pedro Maria Gomes

14 agosto 2013

Digressão a Vinhais



Digressão a Vinhais

Primeiro queria agradecer ao nosso Cabo o convite que me fez para escrever um bocadinho sobre este fim-de semana. Não estou muito habituado a estas lides das crónicas, assim como também não estou habituado a ficar na bancada, mas pelo “amasso” em Paio Pires, assim o nosso Cabo, por bem, o entendeu. De facto tem sido estranho ver cá de cima o meu grupo, mas vai dando para recuperar a 100 %.
Mas vamos ao que interessa! A digressão para a maior parte do grupo começou na sexta ao fim do dia, com direcção ao norte e com paragem num dos mais famosos restaurantes da “Inbicta”, o Capa Negra, onde servem das melhores francesinhas…
No sábado ao chegarmos a Vinhais depois de “papar-mos” muito alcatrão, deparamos com uma bonita Vila, e com óptimas instalações públicas. Uma fantástica piscina que a rapaziada não resistiu a um mergulho, seguida de uma futvolada para aquecer as unhas aos TIGRESSSSS, porque os Santos Silva nos esperavam na corrida do Blog Sortes de Gaiola do nosso amigo João Cortesão.
Já com a rapaziada pronta para a guerra seguimos para a bonita praça, recentemente inaugurada, para nós estreia absoluta neste redondel, onde repartimos cartel com o GFA das Caldas,
Para o primeiro toiro da noite o nosso Cabo escolheu o João Ricardo, que nos tem habituado à sua garra! O toiro a rondar os 488 kg arrancou-se com pata depois de bem mandado pelo João, com uma boa reunião mas com um derrote para baixo que acabou por tirá-lo da cara. Acabou por consumar à 4ª tentativa já a sesgo e com o grupo a ajudar bem, pois nas outras tentativas o João não reuniu bem mas sempre cheio de ganas.
Para o nosso segundo da noite com 490 kg, o PP mandou o Daniel Batalha (manitas), que pegou à segunda, depois de uma primeira tentativa em que o toiro não permitiu que o “Mãozinhas” se fechasse bem. O grupo ajudou bem, com uma boa primeira ajuda do Toino (António Cortesão).
Para fechar a nossa actuação, a um toiro com 420 kg, foi escolhido para a cara o João Varanda, que já soma 4 toiros esta temporada e que cada vez nos tem vindo a dar mais confiança. O João fez uma pega limpa com todos os tempos da pega correctos e com o grupo a ajudar bem.  

E assim foi a prestação do nosso Grupo, que tá a fazer uma grande temporada, graças ao esforço e empenho de todos. Tivemos depois no jantar, a agradável companhia do GFA das Caldas, onde trocamos penáltis à bruta… 
Queria agradecer a presença indispensável dos Veteranos do nosso GFAL e da Tia Manuela, que sempre que pode nos acompanha…

Um grande abraço,

Pedro Nunes